E o amor vive em mim e não há nada nem ninguém que o faça morrer, não há nada que me façam que o mate dentro de mim.
Ele sempre surge, ressurge e torna a viver com toda a veemência lhe permitida, concedida, quer dizer, ele nunca pede pra chegar, pra fazer, acontecer e florescer. Ele sempre chega sem pedir passagem mesmo quando achamos que ele acabou. Ele sempre é terno e constante.
Fazes em mim teu templo, sua morada, seu abrigo.
Faça-me teu, faça-me dele.
Faça-me amar-te, faça-me ama-lo.
Fazes em mim amor.

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